Entidades representantes de pecuaristas de Mato Grosso do Sul e a direção do JBS firmaram parceria para a implantação de um sistema de pesagem múltiplo de bovinos destinados ao abate. O objetivo do projeto piloto, firmado em reunião na Associação dos Criadores de MS (Acrissul), nesta quinta-feira (13), visa tornar o processo mais confiável e melhorar a relação entre frigorífico e pecuaristas.
A proposta de mudança no sistema de pesagem foi elaborada pela equipe técnica do Sistema Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de MS/SenarMS) e é resultado de reuniões realizadas pelas duas entidades com produtores do Estado desde o início do ano. O projeto piloto terá vigência apenas para a planta do JBS situado em Campo Grande (MS) e prevê a pesagem em três momentos específicos: na marreta ou logo após o abate, na pré-limpeza ou depois da retirada do couro e das vísceras e depois da limpeza dos animais abatidos.
Com o procedimento, os criadores esperam diminuir as alegadas diferenças no peso dos animais destinados ao abate. Em reuniões realizadas pela Famasul, produtores da região Sul do Estado chegaram a alegar que o peso da carcaça limpa registrado no frigorífico apresenta rendimento aproximado de 47% em relação ao peso do animal registrado na propriedade. Normalmente, a relação entre a carcaça no frigorífico e o boi pesado ainda na fazenda fica em torno de 53%.
Para o presidente da Famasul, Eduardo Riedel, a iniciativa é um passo concreto na criação de mecanismos para diminuir a desconfiança entre produtor e frigorífico. “A pesagem e a classificação da carcaça sempre foram objetos de contestação dos produtores. Esperamos que essa seja a primeira de uma série de iniciativas de consenso entre os elos, as quais são necessárias para o fortalecimento da cadeia da carne, com o qual todos saem ganhado”, avalia.
O presidente do JBS, Wesley Batista, também avalia favoravelmente o projeto, do ponto de vista da soma de esforços para fortalecer a cadeia da pecuária. “Precisamos investir na imagem do produto e no crescimento do consumo”, sintetizou. Além da presidência da Famasul e Acrissul/Fenapec, o projeto contou com o aval da secretária de Produção e Turismo (Seprotur/MS), Tereza Cristina Correa da Costa Dias, e de representantes da Sociedade Rural Brasileira (SRA), Associação de Criadores de MS (Acrimat) e da União Democrática Ruralista (UDR), presentes na reunião.
Mato Grosso do Sul fechou o terceiro trimestre de 2012 em 2º lugar no ranking brasileiro de abate de bovinos, conforme levantamento divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Pouco mais de 1,03 milhão de cabeças de gado foram abatidas no estado, número 34,5% maior que o mesmo período de 2011.
O levantamento faz parte da Pesquisa Trimestral do Abate de Animais, do Leite, do Couro e da Produção de Ovos de Galinha. O peso das carcaças somou 245,9 toneladas, valor 36,5% maior que o terceiro trimestre de 2011.
A pesquisa também apontou os dados da exportação de carne bovina in natura. O estado ficou em quarto no ranking nacional com 30,1 mil toneladas exportadas no terceiro trimestre. No mesmo período de 2011, foram exportadas 16,6 mil toneladas.
Suínos, frangos e ovos
Segundo o IBGE, o estado também teve crescimento de 14,9% no abate de suínos. No terceiro trimestre de 2012, foram abatidas 315,2 mil cabeças de suínos. No mesmo período de 2011, o estado registrou 274,3 mil cabeças abatidas.
O abate de frangos em Mato Grosso do Sul caiu 8,5%. Enquanto entre julho e setembro de 2011 foram abatidas 38,4 milhões de cabeças, no mesmo período deste ano, foram 35,1 milhões. A produção de ovos de galinha no estado teve aumento de 0,5% no terceiro trimestre de 2012, foram produzidas 8,6 milhões de dúzias.
Leite e couro
De acordo com o IBGE, o estado adquiriu 47,8 milhões de litros de leite. O índice é 9,8% maior que o registrado no 3º trimestre de 2011, quando foram adquiridos 43,5 milhões de litros. O levantamento também apontou que a aquisição de couro cru bovino teve aumento de 30,1% em 2012. No 3º trimestre deste ano, foram adquiridos 1,08 mil unidades, contra 833,3 mil em 2011.
O
projeto de piscicultura "Desenvolvimento de tecnologias aplicadas à
cadeia do pescado do Território da Grande Dourados", foi lançado nesta
sexta-feira, 14, pela Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados, MS). O
lançamento aconteceu na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).
Os recursos, oriundos de emenda parlamentar, foram
aprovados pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA). Para a Embrapa
Agropecuária Oeste colocar em prática o projeto, foram repassados os
recursos de aproximadamente R$ 1,2 milhão para construções e aquisição
de equipamentos.
O chefe adjunto de P&D da Embrapa Agropecuária
Oeste, Guilherme Lafourcade Asmus, fez uma breve apresentação do projeto
de pesquisa, que tem como objetivo apoiar o desenvolvimento da cadeia
produtiva, com ações de geração e adequação de tecnologias. “O que se
espera com esse projeto é que sejam fortalecidas as atividades do Núcleo
de Pesquisa em Aquicultura de Mato Grosso do Sul, o NUPAQ-MS.
A
responsabilidade de executar o projeto está embasada no extremo
relacionamento interinstitucional”, disse Asmus. Também foram lançados
dois projetos da UFGD aprovados pelo MPA: "Ações da Incubadora de
Tecnologias Sociais e Solidárias (ITESS) para o Desenvolvimento da
Aquicultura e Pesca no Território da Cidadania da Grande Dourados";
"Centro de Piscicultura Experimental, Treinamento e Difusão Tecnológica
da Grande Dourados".
O projeto da Embrapa visa à constituição de uma rede
de pesquisa regional, com a construção de uma estrutura laboratorial,
direcionada para geração e adequação de tecnologias de produção,
nutrição e alimentação. O foco é o aproveitamento de subprodutos e
coprodutos da agroindústria regional.
Além disso, serão realizadas
readequações do atual Laboratório de Piscicultura da Embrapa
Agropecuária Oeste, para dar as condições necessárias para atender os
piscicultores da região e as exigências básicas de Biossegurança.
Diversas autoridades estavam presentes na reunião.
Fizeram parte da mesa o superintendente do MPA-MS, Luiz David Figueiró; o
senador da República Delcídio do Amaral; o deputado federal Vander
Loubet; o reitor da UFGD, Damião Duque de Farias; o delegado federal do
MDA, João Grandão; e o chefe geral da Embrapa Agropecuária Oeste,
Fernando Mendes Lamas.
“Mais uma vez, Dourados, dará sua contribuição para
que Mato Grosso do Sul ocupe lugar de destaque no país. Com esses
projetos, serão gerados conhecimentos indispensáveis para a
sustentabilidade da pesca e aquicultura”, afirmou Lamas. (Com
informações da assesseria)
Conforme
os dados analisados pela Biosul - Associação dos Produtores de
Bioenergia de Mato Grosso do Sul -, o volume de cana moída até 30 de
novembro deste ano, já supera o total da safra passada que foi de 33,85
milhões de toneladas. “Temos uma boa moagem, mas ainda existe riscos e a
expectativa de colhermos 38,60 milhões de toneladas pode não se
concretizar”, apontou com cautela o presidente da instituição, Roberto
Hollanda Filho.
No acumulado da safra, até o dia 30 de novembro, as usinas processaram um volume de 35 milhões de toneladas de cana-de-açúcar no Estado. Esse número é 9,67% superior ao colhido até essa data na safra passada (31,9 mi t). A região Centro-Sul que reúne, além do MS, os estados de São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e Espírito Santo, a moagem somou 510,51 milhões de toneladas, crescimento de 4,62% comparativamente as 487,97 milhões de toneladas registradas em igual período de 2011.
A estimativa da entidade é que até o fim da safra, as 22 usinas de Mato Grosso do Sul acumulem um volume de 38,60 milhões de toneladas de cana processadas. Nessa 2ª quinzena de novembro, o Estado teve uma moagem de mais de 2 milhões de toneladas. “Ainda não encerramos a safra. Ela deve se estender até janeiro”, alertou Hollanda Filho.
Açúcar e Etanol
Do total moído, no acumulado, 36,34% foi para a produção de açúcar, um total de 1,66 mi de toneladas de açúcar. Já para a produção do etanol, esse total de 63,66%, sendo que a produção até o dia 30 de novembro ficou em 1.795 milhão de litros produzidos no Estado.
A estimativa da Biosul é produzir 1.989 milhão de litros de etanol na safra 2012/2013, volume 21, 95% acima da anterior (1.631 milhões de litros). Já para o açúcar a produção deve alcançar 1,92 milhão de toneladas nesta safra, até agora, a produção foi de 1,67 mi t, o que já supera a produção total da safra passada, que foi de 1,58 mi t.
Qualidade do produto
Nos últimos 15 dias de novembro, a quantidade de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) atingiu 131,89 Kg por tonelada de cana, pouca coisa abaixo da quinzena anterior (133,14 kg). Já o acumulado foi de 137,72 kg por tonelada, 4,61% acima do mesmo período da safra passada, quando o ATR foi de 132,21 kg.
Dados da safra
Os dados referem-se até o dia 30 de novembro de 2012. A Biosul reúne as informações repassadas das 22 usinas em operação no Estado.
No acumulado da safra, até o dia 30 de novembro, as usinas processaram um volume de 35 milhões de toneladas de cana-de-açúcar no Estado. Esse número é 9,67% superior ao colhido até essa data na safra passada (31,9 mi t). A região Centro-Sul que reúne, além do MS, os estados de São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e Espírito Santo, a moagem somou 510,51 milhões de toneladas, crescimento de 4,62% comparativamente as 487,97 milhões de toneladas registradas em igual período de 2011.
A estimativa da entidade é que até o fim da safra, as 22 usinas de Mato Grosso do Sul acumulem um volume de 38,60 milhões de toneladas de cana processadas. Nessa 2ª quinzena de novembro, o Estado teve uma moagem de mais de 2 milhões de toneladas. “Ainda não encerramos a safra. Ela deve se estender até janeiro”, alertou Hollanda Filho.
Açúcar e Etanol
Do total moído, no acumulado, 36,34% foi para a produção de açúcar, um total de 1,66 mi de toneladas de açúcar. Já para a produção do etanol, esse total de 63,66%, sendo que a produção até o dia 30 de novembro ficou em 1.795 milhão de litros produzidos no Estado.
A estimativa da Biosul é produzir 1.989 milhão de litros de etanol na safra 2012/2013, volume 21, 95% acima da anterior (1.631 milhões de litros). Já para o açúcar a produção deve alcançar 1,92 milhão de toneladas nesta safra, até agora, a produção foi de 1,67 mi t, o que já supera a produção total da safra passada, que foi de 1,58 mi t.
Qualidade do produto
Nos últimos 15 dias de novembro, a quantidade de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) atingiu 131,89 Kg por tonelada de cana, pouca coisa abaixo da quinzena anterior (133,14 kg). Já o acumulado foi de 137,72 kg por tonelada, 4,61% acima do mesmo período da safra passada, quando o ATR foi de 132,21 kg.
Dados da safra
Os dados referem-se até o dia 30 de novembro de 2012. A Biosul reúne as informações repassadas das 22 usinas em operação no Estado.
Após
um ano entre redação, revisão, editoração e diagramação, chega ao
mercado técnico-científico o livro “Reprodução assistida e manejo de
ovinos de corte”, de autoria dos cientistas Carmen Iara Mazzoni Gonzalez
e José Alexandre Agiova da Costa e editado pela Empresa Brasileira de
Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento.
A ovinocultura é uma fatia do setor agropecuário em
expansão e independente do foco – genética ou abate – é uma alternativa
para o produtor com rendimentos que valem o investimento. A publicação
lançada pela Embrapa vem ao encontro desse crescimento e agrega
informações para quem deseja investir.
Em 160 páginas, divididas em 13 capítulos, Alexandre
Agiova e Carmen Gonzalez dispõem para professores, técnicos,
especialistas e interessados em atuar na área, conteúdo inédito,
reunindo técnicas consolidadas, testadas a campo e patenteadas para
reprodução de ovinos de corte, com um olhar na região Centro-Oeste e nas
peculiaridades do animal produzido na mesma.
“Não é simplesmente mais um livro sobre o tema. É uma
publicação voltada para ovelhas e carneiros doadores de embrião/sêmen
com protocolos específicos envolvendo todas as fases do animal”,
ressalta a médica-veterinária e doutora Carmen Gonzalez. As técnicas
estão formatadas na obra, segundo ela, entretanto, frisa ser “necessário
um profissional especializado para colocá-las em prática. É um livro
didático, mas é indispensável um acompanhamento”.
Engenheiro agrônomo, doutor em Zootecnia, José
Alexandre Agiova observa que como as ferramentas apresentadas são de
custo, relativamente, alto, são voltadas para “um produtor mais
tecnificado, que visa a venda de animais geneticamente melhorados”. Para
isso, abordou-se, conforme o pesquisador da Embrapa, não somente a fase
reprodutiva, mas manejo, nutrição e sanidade.
Os capítulos passam pelos índices de produtividade do
rebanho, princípios de manipulação farmacológica do ciclo estral,
inseminação artificial, congelação de sêmen, nutrição de doadoras e
receptoras e chegam ao manejo das receptoras inovuladas e diagnóstico de
gestação por ultrassonografia via transretal.
Origem - A viabilidade dessa
proposta dos pesquisadores é resultado de um projeto de pesquisa,
liderado por Agiova, financiado pelo Conselho Nacional de
Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), denominado
“Transferência de tecnologia e conhecimentos para o desenvolvimento do
Arranjo Produtivo Local da Ovinocultura na Região Central do Estado de
Mato Grosso do Sul”. José Alexandre é pesquisador da Embrapa Caprinos e
Ovinos (Sobral-CE) em Sistemas Integrados de Produção e atua no Núcleo
Regional Centro-Oeste, localizado na Fazenda Modelo da Embrapa Gado de
Corte, em Campo Grande-MS.
O projeto tem entre seus objetivos, melhorar a
qualidade do produto, por meio da capacitação de técnicos e
ovinocultores em tecnologias aplicáveis às condições produtivas do
centro-oeste e “Reprodução assistida e manejo de ovinos de corte”
integra essa linha.
Os interessados em adquirir a obra devem enviar e-mail para cnpgc.ovinocultura@embrapa.br e boa leitura!
A
Embrapa Pantanal e parceiros desenvolvem projetos ligados à
sustentabilidade da suinocultura no município de São Gabriel do Oeste,
junto a produtores de suínos da cidade localizada a 130km da capital de
Mato Grosso do Sul.
Os estudos realizados em uma Unidade Demonstrativa de
Produção Intensiva Integrada Sustentável instalada em um lote no
Assentamento Campanário por meio do projeto de pesquisa consistem na
diversificação do sistema de produção utilizando biofertilizante,
produzido a partir da biodigestão de dejetos das granjas. O que antes
podia ser um problema ambiental foi convertido em lucro para o produtor e
inclusão social.
A prática vem aumentando ganhos de produtividade
agropecuária com baixos custos energéticos e reduzido consumo de
fertilizante mineral, seguindo as recomendações do Pisa: produção
integrada de sistemas agropecuários.
A proposta passa pela implantação da chamada ILPF
(Integração Lavoura-Pecuária-Floresta), que vem sendo estimulada pela
Embrapa e pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
(Mapa) por meio do Pisa (Produção Integrada em Sistemas Agropecuários).
As pesquisas indicam que os resíduos biodigeridos dos
suínos funcionam como fertilizantes nobres na ILPF/Pisa, bem como na
recuperação de áreas degradadas, com ganhos de produtividade e redução
de externalidades ambientais. Os produtores com biodigestores ainda
podem gerar energia elétrica para consumo próprio e eventualmente obter
renda a partir da venda do excedente de energia pela geração
distribuída.
A reciclagem de nitrogênio e o uso de energia
renovável (metano do biogás) em cadeias agropecuárias integradas podem
reduzir substancialmente a contribuição humana para a mudança climática.
Segundo o pesquisador da Embrapa responsável pela pesquisa, Ivan
Bergier, o uso de água de chuva armazenada para a limpeza das granjas, e
até mesmo para a irrigação, também prevê balanços favoráveis quanto ao
uso dos recursos hídricos: “A sustentabilidade requer o uso de energia
renovável e de insumos reciclados para substituir ao máximo o uso de
combustíveis fósseis e fertilizantes químicos oriundos do petróleo, que
ampliam em demasia a ‘pegada humana’ da agricultura”, explica Ivan.
O
Ministério da Agricultura divulgou nota nesta sexta-feira dizendo que o
Brasil não tem registro de encefalopatia espongiforme bovina (EEB),
conhecida como "mal da vaca louca", após ter realizado testes em um
animal morto no Paraná no ano de 2010. A fêmea morta "possuía o agente
causador da EEB, porém, não manifestou a doença e nem morreu por esta
causa", disse o ministério em comunicado.
O ministério indicou que o caso não deverá resultar
em problemas para as exportações do Brasil, que nos últimos anos têm
aparecido como líder global nos embarques de carne bovina. Segundo o
governo, o status sanitário brasileiro não foi alterado. "A Organização
Mundial de Saúde Animal (OIE, sigla em inglês), em comunicação oficial,
mantém a classificação do Brasil como País de risco insignificante para
EEB", disse.
Segundo o ministério, "o episódio não reflete risco
algum à saúde pública ou à sanidade animal, considerando o que o animal
não morreu em função da referida doença", completou. A nota do
ministério nega informações divulgadas na imprensa brasileira nesta
sexta-feira. Entretanto, por conta das notícias veiculadas na mídia, as
ações de alguns frigoríficos operavam em queda Bolsa de Valores de São
Paulo (Bovespa).
Por volta das 11h25 (horário de Brasília), o papel do
JBS recuava 1,79%, enquanto o Ibovespa avançava 0,44%. A ação do JBS,
maior produtor global de carne bovina, reduzia perdas após cair cerca de
3% na abertura. O Minerva, cujas receitas estão fortemente baseadas nas
exportações de carne bovina, perdia 2,37%. O papel não faz parte do
índice da bolsa.
O Marfrig, empresa de alimentos que passou a atuar
também fortemente em aves e suínos após a aquisição da Seara, entre
outros, operava em alta de quase 1%. Em 2010, o ministério também negou
relatos de um caso de doença da vaca louca, depois de agências de
notícias noticiarem a história. O governo disse que forneceria mais
detalhes sobre o caso nesta sexta-feira, em entrevista coletiva.
O surto da doença da vaca louca na Europa, América do
Norte e no Japão, há uma década, levou os importadores de carne bovina a
embargarem os embarques e geraram um caos temporário na indústria.
A
Fazenda Bonsucesso – Nelore ZAN, tradicional plantel produtor de
genética Nelore, ofertará neste domingo (9) oito lotes de novilhas e
três botijões de sêmen no Leilão Master 12, que será transmitido pelo
Canal do Boi.
As novilhas, no total de 32 divididas em oito lotes, são filhas de touros de destaques - Berloque, Nadã, Avesso, Polonês - entre outros, possuem avaliações genéticas excelentes com ótimas médias para MGT, Maternal e Perímetro Escrotal.
Segundo Michel Caro, do plantel Bonsucesso – Nelore ZAN, “as novilhotas são geração 2011 com média de 14 meses. Já, a oferta de sêmen ira trazer sêmens raros e alguns botijões com excelentes pacotes de touros provados da seleção Nelore Zan, incluindo o touro destaque da Expogenetica 2012 o Galvin da Bonsucesso!”, ele ressalta.
“São animais de potencial genético excepcional para colaborar positivamente para todos os plantéis investidores na raça Nelore”, finaliza Michel Caro. A leiloeira responsável será a Central Leilões - www.centralleiloes.com.br
Para mais informações sobre os animais, entrar em contato com a Fazenda Bonsucesso no telefone (18) 3557-1257. Outras informações sobre o plantel Bonsucesso, acesse: www.fazendabonsucesso.com.br
www.twitter.com/fazbonsucesso
www.facebook.com/BonsucessoNeloreZan
As novilhas, no total de 32 divididas em oito lotes, são filhas de touros de destaques - Berloque, Nadã, Avesso, Polonês - entre outros, possuem avaliações genéticas excelentes com ótimas médias para MGT, Maternal e Perímetro Escrotal.
Segundo Michel Caro, do plantel Bonsucesso – Nelore ZAN, “as novilhotas são geração 2011 com média de 14 meses. Já, a oferta de sêmen ira trazer sêmens raros e alguns botijões com excelentes pacotes de touros provados da seleção Nelore Zan, incluindo o touro destaque da Expogenetica 2012 o Galvin da Bonsucesso!”, ele ressalta.
“São animais de potencial genético excepcional para colaborar positivamente para todos os plantéis investidores na raça Nelore”, finaliza Michel Caro. A leiloeira responsável será a Central Leilões - www.centralleiloes.com.br
Para mais informações sobre os animais, entrar em contato com a Fazenda Bonsucesso no telefone (18) 3557-1257. Outras informações sobre o plantel Bonsucesso, acesse: www.fazendabonsucesso.com.br
www.twitter.com/fazbonsucesso
www.facebook.com/BonsucessoNeloreZan
Técnicos
da Embrapa Gado de Corte vão tentar detectar a causa da proliferação da
mosca de estábulo nas propriedades próximas às plantações de cana da
Usina Santa Luzia, em Nova Alvorada do Sul. A própria usina contratou a
empresa para fazer o estudo e apontar as eventuais medidas necessárias
para resolver o problema, contou o superintendente da Santa Luzia
Antonio Ailton Andrade.
Ele, acompanhado do gerente de Segurança, Saúde e
Meio Ambiente da usina, Valmir Viana, e do prefeito eleito de Nova
Alvorada, Juvenal Neto, reuniram-se no fim da tarde desta terça-feira
(4) com os deputados Marcio Monteiro (PSDB) e Felipe Orro (PDT),
presidente e vice-presidente da Comissão de Meio Ambiente e
Desenvolvimento Sustentável da Assembleia.
A reunião foi convocada pela Comissão de Meio
Ambiente e aconteceu na sala da Presidência da Assembleia. Os deputados
queriam ouvir a direção da empresa a respeito das denúncias encaminhadas
por produtores e pelo próprio Sindicato Rural de Nova Alvorada,
reclamando da infestação de moscas de estábulo que já provocaram a morte
de dezenas de animais nos últimos quatro meses.
Os produtores acreditam
que a matéria orgânica formada pela decomposição da palha da cana na
lavoura sirva de criadouro para a mosca. No dia 22 de novembro os
parlamentares estiveram em Nova Alvorada do Sul averiguando in loco as
queixas dos produtores.
O superintendente da Santa Luzia não descartou a
possibilidade de relação entre a mosca e a cana, porém lembra que em
outras unidades do grupo (em Mato Grosso do Sul e em São Paulo) isso não
ocorre. Ele assegurou que a empresa adota “as melhores práticas do
setor”, com embasamento técnico para não provocar danos ambientais ao
solo e ao ecossistema em geral. Porém, afirma que está pronto a rever,
melhorar ou adotar novas práticas se a análise encomendada à Embrapa
Gado de Corte (que já tem know how no assunto) entender que seja
necessário.
“Todo mundo está tentando entender o fenômeno para
ver o que é preciso ser feito”, disse o superintendente. Os produtores
rurais vizinhos às plantações da Santa Luzia reclamam que a mosca
aparece com o início da colheita da cana e desaparece tão logo o período
acaba.
A pecuarista Ruth Nair Nogueira Barbosa, proprietária da fazenda
Velha Recordação, contou que já perdeu 40 cabeças de gado de julho até o
fim de outubro. Segundo ela, os animais ficam estressados, exauridos
pelo ataque das moscas, não conseguem se alimentar e morrem. Os bezerros
são mais suscetíveis, porém nem animais domésticos – como gato e
cachorro – escapam do inseto.
A mosca de estábulo é muito parecida com a mosca
doméstica, com a diferença de que se alimenta do sangue de animais.
“Dizer que a mosca não tem nada a ver com a usina não é possível. Mas
também não podemos afirmar que a usina é culpada”, disse o deputado
Marcio Monteiro, ao aprovar a contratação do estudo técnico da Embrapa
para analisar o caso.
“O importante é que o problema seja sanado.
Precisamos da usina produzindo e gerando empregos, e dos pecuaristas
criando seus rebanhos com tranquilidade. A associação entre pecuária e
plantação de cana se dá em toda parte, acredito que com algum ajuste a
mosca seja controlada e tudo volte ao normal em Nova Alvorada”,
completou o deputado Felipe Orro.
A Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária do Mato Grosso do Sul) e Fundação MS lançaram na manhã desta quarta-feira (5), a 17ª edição da Showtec. O evento é voltado para empreendedores e produtores rurais e apresenta tecnologias para o aprimoramento de pesquisas e tem como tema principal a “Diversificação do agronegócio para um país cada vez melhor”.
Durante a feira, serão apresentadas pelo menos 500 novas tecnologias para setor entre mais de 100 expositores.
No evento desta manhã foi assinado um convênio entre a Fundação MS e a Fundação Chapadão que irá destinar R$ 1,2 milhão aos produtores para o aprimoramento de pesquisas voltadas a produção de soja e milho.
O presidente da Famasul – Eduardo Riedel, explicou que a feira é de grande valor técnico para a entidade. “Os experimentos de novas tecnologias é o nosso principal foco, pois ao agregar esse desenvolvimento tecnológico a produção é possível fortalecer a agropecuária do Estado.”.
Para o presidente da Fundação MS – Luiz Alberto Novaes, o avanço das cadeias produtivas do agronegócio resulta na transferência de técnicas para a sociedade. “A criação de uma efetiva rede de pesquisas no MS é uma ferramenta de transferência de tecnologia ao produtor.”.
Conforme o diretor executivo da Fundação MS Renato Roscoe, as pesquisas poderão aprimorar as culturas de soja e milho através do aumento da competitividade e da redução de riscos, entre outros benefícios.
“Nossa proposta é difundir e aperfeiçoar as novas tecnologias para a diversificação do agronegócio.”.
A Showtec será realizada entre os dias 23 e 25 de janeiro, na cidade de Maracaju e é o primeiro evento do calendário agropecuário nacional. A expectativa é de que 15 mil pessoas passem pelo local.
O
produtor rural, Antônio Umberto Maran, candidato a presidente do
Sindicato Rural de Caarapó, pela Chapa 1, que teve como lema “Trabalho e
União”, foi eleito o novo presidente da instituição, para o exercício
do triênio 2013/2015.
A votação aconteceu sábado, (1), durante todo o dia – do total de 299 eleitores aptos a votarem, 253 compareceram às urnas.
De acordo com informações da assessoria do sindicato, o resultado final da eleição que aconteceu na sede da instituição, foi o seguinte; A “Chapa 1” encabeçada por Antônio Umberto Maran teve um total de 151 votos. A “Chapa 2”, que tinha como candidato a presidente o advogado e produtor rural, José Elnício, obteve 99 votos, enquanto que três votos foram nulos.
A apuração foi feita por uma mesa apuradora composta por integrantes da Federação da Agricultura e Pecuária de mato Grosso do Sul (Famasul), tendo como presidente, Dra. Marilda Rodrigues dos Santos, os mesários Gilceu Luis Richetti e Alberto Felício Marques, além do suplente Alessandro Wagner Martins.
Quem fez questão de acompanhar o enceramento da votação e o resultado da apuração foi o gerente da agência do Banco do Brasil de Caarapó, Márcio de Oliveira Henrique. “O Sindicato Rural é uma entidade de grande expressão para o município, e como nós estamos ligados diretamente a classe produtora, independentes de serem da chapa 1 ou 2, viemos aqui prestigiar esse momento de cidadania pelo qual passa a entidade.
Esperamos estreitar nossa amizade ainda mais com o novo presidente e toda sua diretoria, no sentido de colocar a disposição a nossa instituição financeira não somente par a um grupo de pessoas, mas para toda a classe produtora. Só nos resta parabenizar a chapa vencedora e torcer que eles possam continuar com a mesma ideologia de fazer com que o sindicato a cada dia seja mais forte e atuante”, observou.
O atual presidente Jesus Camacho falou de sua alegria de ter conduzido até aqui a instituição. “Deus tem sido muito bom para comigo, por isso me senti na obrigação de retribuir um pouco com o município que me deu oportunidade de crescer e prosperar. Por isso fiz questão de me esforçar o máximo durante a minha gestão, no sentido não de querer ser mais do que ninguém, mas acima de tudo para deixar o meu legado como forma de retribuição por tudo que tenho alcançado”, explicou.
“Durante a campanha fiz questão de ficar neutro, pois os dois candidatos que encabeçaram as chapas são meus amigos de longas datas e que muito contribuíram positivamente nos meus mandatos. Quero desejar muita sorte a nova diretoria e dizer algo muito importante como amigo deles que sou. A eleição foi ontem, a gora não existe mais concorrência e sim uma classe em jogo. Por isso as pessoas que saíram vencedoras nessa eleição tem que ter sabedoria nesse momento para não se afastarem da chapa que não conseguiu se eleger e trabalharem unidos.
A partir de agora não existe vencido ou vencedores, mas sim uma entidade que tem um nome a zelar e que tem a obrigação de trabalhar não visando interesses de um ou de outro, mas sim de toda uma classe produtora, quer seja eles grandes ou pequenos. Nosso muito obrigado a todos que acreditaram em nosso projeto e que hoje numa forma democrática, não mediram esforços para vierem escolher o seu futuro presidente”, finalizou o presidente atual do Sindicato Rural, Jesus Camacho.
Já o candidato eleito Antônio Umberto Maran, bastante emocionado fez questão de agradecer a todos os associados que marcaram presença no Sindicato Rural, para escolher o sucessor de Jesus Camacho. “Meu muito obrigado aos amigos que confiaram acima de tudo, em nosso projeto de trabalho. Desde que aceitei o convite para ser candidato sabia que não era fácil a responsabilidade e que agora só veio a aumentar.
Mas toda a equipe da chapa eleita tem consciência do significa isso, e que com certeza vamos fazer de tudo, para que o Sindicato Rural de Caarapó continue sendo respeitado do jeito que é em nosso município. As nossas propostas de trabalho divulgadas em nossa campanha de trabalho, serão levadas a sério no sentido de não decepcionar a nossa classe produtora, em especial aquelas pessoas que confiram na gente nessa eleição.
Queremos deixar bem claro que agora não existe chapa 1 ou chapa 2, mas sim, uma bandeira, o Sindicato Rural de Caarapó”, comentou.
A Chapa 1 “Trabalho e União”, eleita ontem tem a seguinte composição: Diretoria efetiva: Antônio Umberto Maran (presidente); Carlos Eduardo marques, o Cacá (vice-presidente); Osvaldo Lupinetti (1° secretário); Dionei Guedim (2º secretário); Edio Kilian (1° tesoureiro); e Antônio Nivaldo Furlan (2º tesoureiro).
Já os suplentes são: Olavo Trindade Caneppele; Rivelino Rodrigues de Souza; Mário Duran Leitão; Ivan Antônio Franzen Zanin; José Morassuti; Martim Flores de Araújo.
O conselho fiscal (efetivo) ficou composto da seguinte forma; Osvaldi Rodrigues de Souza, Devocir Antônio Lara, Oliveira Leandro do Carmo. Enquanto que os suplentes são João Aurélio Damião, Geraldo Binga de Carvalho e Cezar Franco Neto.
Já os delegados representantes (efetivos) são Antônio Umberto Maran e Carlos Eduardo Marques, o Cacá. Já os suplentes são Rivelino Rodrigues de Souza e Ivan Antônio Franzen Zanin.
A posse da nova diretoria será no próximo dia 14, a partir das 19h30, no Parque de Exposições.
Mais informações sobre o Sindicato Rural de Caarapó ou a eleição procurarem o prédio da instituição que fica Avenida Presidente Vargas – 575.
A votação aconteceu sábado, (1), durante todo o dia – do total de 299 eleitores aptos a votarem, 253 compareceram às urnas.
De acordo com informações da assessoria do sindicato, o resultado final da eleição que aconteceu na sede da instituição, foi o seguinte; A “Chapa 1” encabeçada por Antônio Umberto Maran teve um total de 151 votos. A “Chapa 2”, que tinha como candidato a presidente o advogado e produtor rural, José Elnício, obteve 99 votos, enquanto que três votos foram nulos.
A apuração foi feita por uma mesa apuradora composta por integrantes da Federação da Agricultura e Pecuária de mato Grosso do Sul (Famasul), tendo como presidente, Dra. Marilda Rodrigues dos Santos, os mesários Gilceu Luis Richetti e Alberto Felício Marques, além do suplente Alessandro Wagner Martins.
Quem fez questão de acompanhar o enceramento da votação e o resultado da apuração foi o gerente da agência do Banco do Brasil de Caarapó, Márcio de Oliveira Henrique. “O Sindicato Rural é uma entidade de grande expressão para o município, e como nós estamos ligados diretamente a classe produtora, independentes de serem da chapa 1 ou 2, viemos aqui prestigiar esse momento de cidadania pelo qual passa a entidade.
Esperamos estreitar nossa amizade ainda mais com o novo presidente e toda sua diretoria, no sentido de colocar a disposição a nossa instituição financeira não somente par a um grupo de pessoas, mas para toda a classe produtora. Só nos resta parabenizar a chapa vencedora e torcer que eles possam continuar com a mesma ideologia de fazer com que o sindicato a cada dia seja mais forte e atuante”, observou.
O atual presidente Jesus Camacho falou de sua alegria de ter conduzido até aqui a instituição. “Deus tem sido muito bom para comigo, por isso me senti na obrigação de retribuir um pouco com o município que me deu oportunidade de crescer e prosperar. Por isso fiz questão de me esforçar o máximo durante a minha gestão, no sentido não de querer ser mais do que ninguém, mas acima de tudo para deixar o meu legado como forma de retribuição por tudo que tenho alcançado”, explicou.
“Durante a campanha fiz questão de ficar neutro, pois os dois candidatos que encabeçaram as chapas são meus amigos de longas datas e que muito contribuíram positivamente nos meus mandatos. Quero desejar muita sorte a nova diretoria e dizer algo muito importante como amigo deles que sou. A eleição foi ontem, a gora não existe mais concorrência e sim uma classe em jogo. Por isso as pessoas que saíram vencedoras nessa eleição tem que ter sabedoria nesse momento para não se afastarem da chapa que não conseguiu se eleger e trabalharem unidos.
A partir de agora não existe vencido ou vencedores, mas sim uma entidade que tem um nome a zelar e que tem a obrigação de trabalhar não visando interesses de um ou de outro, mas sim de toda uma classe produtora, quer seja eles grandes ou pequenos. Nosso muito obrigado a todos que acreditaram em nosso projeto e que hoje numa forma democrática, não mediram esforços para vierem escolher o seu futuro presidente”, finalizou o presidente atual do Sindicato Rural, Jesus Camacho.
Já o candidato eleito Antônio Umberto Maran, bastante emocionado fez questão de agradecer a todos os associados que marcaram presença no Sindicato Rural, para escolher o sucessor de Jesus Camacho. “Meu muito obrigado aos amigos que confiaram acima de tudo, em nosso projeto de trabalho. Desde que aceitei o convite para ser candidato sabia que não era fácil a responsabilidade e que agora só veio a aumentar.
Mas toda a equipe da chapa eleita tem consciência do significa isso, e que com certeza vamos fazer de tudo, para que o Sindicato Rural de Caarapó continue sendo respeitado do jeito que é em nosso município. As nossas propostas de trabalho divulgadas em nossa campanha de trabalho, serão levadas a sério no sentido de não decepcionar a nossa classe produtora, em especial aquelas pessoas que confiram na gente nessa eleição.
Queremos deixar bem claro que agora não existe chapa 1 ou chapa 2, mas sim, uma bandeira, o Sindicato Rural de Caarapó”, comentou.
A Chapa 1 “Trabalho e União”, eleita ontem tem a seguinte composição: Diretoria efetiva: Antônio Umberto Maran (presidente); Carlos Eduardo marques, o Cacá (vice-presidente); Osvaldo Lupinetti (1° secretário); Dionei Guedim (2º secretário); Edio Kilian (1° tesoureiro); e Antônio Nivaldo Furlan (2º tesoureiro).
Já os suplentes são: Olavo Trindade Caneppele; Rivelino Rodrigues de Souza; Mário Duran Leitão; Ivan Antônio Franzen Zanin; José Morassuti; Martim Flores de Araújo.
O conselho fiscal (efetivo) ficou composto da seguinte forma; Osvaldi Rodrigues de Souza, Devocir Antônio Lara, Oliveira Leandro do Carmo. Enquanto que os suplentes são João Aurélio Damião, Geraldo Binga de Carvalho e Cezar Franco Neto.
Já os delegados representantes (efetivos) são Antônio Umberto Maran e Carlos Eduardo Marques, o Cacá. Já os suplentes são Rivelino Rodrigues de Souza e Ivan Antônio Franzen Zanin.
A posse da nova diretoria será no próximo dia 14, a partir das 19h30, no Parque de Exposições.
Mais informações sobre o Sindicato Rural de Caarapó ou a eleição procurarem o prédio da instituição que fica Avenida Presidente Vargas – 575.
“Para
diminuir a mortalidade dos cordeiros e garantir um rebanho saudável, os
cuidados devem começar durante a gestação”. A afirmação é da médica
veterinária Ana Cristinha Bezerra, que palestra no Proovinos, programa
do Serviço Nacional de Aprendizagem de MS - Senar/MS - nesta
quinta-feira (29), no município de Ivinhema.
Segundo a veterinária, um dos maiores problemas enfrentados pelos produtores de ovinos é a alta mortalidade de cordeiros no rebanho, especialmente quando recém nascidos. Para evitar as perdas, que podem chegar até a 100% sem o manejo adequado, a médica aconselha fazer o monitoramento do rebanho.
“Não é difícil monitorar o rebanho, meu objetivo aqui é repassar para o produtor o passo a passo de como fazer”, explica Bezerra. Para ela, alguns cuidados simples no manejo da criação podem reduzir as perdas no rebanho para menos de 10% em cada mil cabeças. Mas para isso, o animal deve nascer com peso adequado (entre 4 e 5kg), e a manutenção sanitária deve ser permanente.
A eficiência do método vai depender apenas da dedicação do produtor. Fazer a vermifugação regular das matrizes, por exemplo, garante que elas tenham uma gestação saudável, e contribui para a boa formação do feto. Cuidados com a alimentação e com o pastejo também ajudam no ganho de peso e na formação do colostro, leite grosso e amarelado, rico em anticorpos, fundamental na alimentação do cordeiro nos primeiros dias de vida.
Outro ponto importante é vacinar os recém-nascidos. “Algumas doenças chegam de repente e podem matar mais de 50% do rebanho”, afirma Ana Cristina. Uma delas é a pasteurelose, um tipo de pneumonia comum em climas quentes com quedas bruscas de temperatura, e que pode ocasionar a perda de muitas cabeças caso a vacinação não esteja em dia.
Para garantir que o cordeiro esteja livre de doenças infecciosas, como tétano, por exemplo, fazer a cura do umbigo logo após a primeira mamada é fundamental. A veterinária explica que é importante cortar o umbigo e higienizar o interior oco, evitando assim, que microorganismos entrem no corpo do ovino. “Todos estes cuidados ajudam a manter um rebanho saudável e sem perdas prejudiciais, além de garantir a qualidade da carne”, finaliza Bezerra.
O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar/MS oferece cursos na área de criação de ovinos. Os cursos são gratuitos e as vagas limitadas. Para se inscrever entre em contato com o sindicato rural de sua cidade e acompanhe o calendário de cursos pelo site: www.senarms.org.br
Segundo a veterinária, um dos maiores problemas enfrentados pelos produtores de ovinos é a alta mortalidade de cordeiros no rebanho, especialmente quando recém nascidos. Para evitar as perdas, que podem chegar até a 100% sem o manejo adequado, a médica aconselha fazer o monitoramento do rebanho.
“Não é difícil monitorar o rebanho, meu objetivo aqui é repassar para o produtor o passo a passo de como fazer”, explica Bezerra. Para ela, alguns cuidados simples no manejo da criação podem reduzir as perdas no rebanho para menos de 10% em cada mil cabeças. Mas para isso, o animal deve nascer com peso adequado (entre 4 e 5kg), e a manutenção sanitária deve ser permanente.
A eficiência do método vai depender apenas da dedicação do produtor. Fazer a vermifugação regular das matrizes, por exemplo, garante que elas tenham uma gestação saudável, e contribui para a boa formação do feto. Cuidados com a alimentação e com o pastejo também ajudam no ganho de peso e na formação do colostro, leite grosso e amarelado, rico em anticorpos, fundamental na alimentação do cordeiro nos primeiros dias de vida.
Outro ponto importante é vacinar os recém-nascidos. “Algumas doenças chegam de repente e podem matar mais de 50% do rebanho”, afirma Ana Cristina. Uma delas é a pasteurelose, um tipo de pneumonia comum em climas quentes com quedas bruscas de temperatura, e que pode ocasionar a perda de muitas cabeças caso a vacinação não esteja em dia.
Para garantir que o cordeiro esteja livre de doenças infecciosas, como tétano, por exemplo, fazer a cura do umbigo logo após a primeira mamada é fundamental. A veterinária explica que é importante cortar o umbigo e higienizar o interior oco, evitando assim, que microorganismos entrem no corpo do ovino. “Todos estes cuidados ajudam a manter um rebanho saudável e sem perdas prejudiciais, além de garantir a qualidade da carne”, finaliza Bezerra.
O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar/MS oferece cursos na área de criação de ovinos. Os cursos são gratuitos e as vagas limitadas. Para se inscrever entre em contato com o sindicato rural de sua cidade e acompanhe o calendário de cursos pelo site: www.senarms.org.br
Os
sistemas e técnicas da agricultura de baixo carbono vão permitir que o
Brasil se consolide como um País cuja agropecuária tem alta
produtividade, garantindo a viabilidade econômica das propriedades
rurais.
A avaliação é do vice-presidente diretor da Confederação da
Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e presidente da Federação da
Agricultura e Pecuária do Estado do Mato Grosso do Sul (Famasul),
Eduardo Riedel, que participou, nesta quarta-feira (28/11), em Brasília,
do Seminário de Lançamento da 3ª Edição do Guia de Financiamento da
Agricultura de Baixo Carbono (ABC).
A realização do seminário e a elaboração de uma nova
versão do guia – que traz informações sobre o tema, linhas de
financiamento e roteiros para elaboração de projetos, entre outros dados
- são parte de um projeto desenvolvido pela CNA em parceria com a
Embaixada Britânica desde 2011. O objetivo é difundir o Programa de
Agricultura de Baixo Carbono (ABC), do Governo federal.
O gerente de Projetos para Sustentabilidade e
Mudanças Climáticas da Embaixada Britânica, Guilherme Johnston, afirmou
que o foco, nesse segundo ano de parceria com a CNA, é mostrar que a
agricultura de baixo carbono é viável do ponto de vista econômico.
Durante o seminário, realizado na sede da CNA, foram apresentados
estudos de viabilidade econômica para troca de práticas tradicionais,
adotadas atualmente nas propriedades brasileiras, por técnicas e
sistemas sustentáveis da agricultura de baixo carbono. Os primeiros
estudos foram feitos para as culturas de cana-de-açúcar, silvicultura,
cacau, suinocultura, pecuária de leite e de corte.
Johnston afirmou que, a partir de agora, uma das
prioridades é intensificar a capacitação dos técnicos como forma de
ampliar o número de projetos aprovados no âmbito do Programa ABC.
Segundo a superintendente técnica da CNA, Rosemeire Cristina dos Santos,
a meta é capacitar 800 técnicos em 2012, número superior ao de 2011,
quando 600 pessoas foram capacitadas em seminários realizados em vários
Estados.
Ela lembrou que o crédito disponível para aplicação
na safra 2012/2013 por meio do Programa ABC soma R$ 3,5 bilhões. “A meta
é ter esses recursos efetivamente aplicados ao final do ano-safra,
trazendo ganhos para o setor”, afirmou. É possível financiar uma série
de práticas sustentáveis por meio do Programa ABC, entre elas o plantio
direto, integração lavoura-pecuária- floresta, recuperação de áreas
degradadas, fixação biológica de nitrogênio, plantio de florestas e
tratamento de dejetos animais. “O Brasil é exemplo no mundo todo por seu
plantio direto, manejo de solo, na pecuária e por outros modelos
sustentáveis”, afirmou Riedel.
O secretário de Desenvolvimento Agropecuário e
Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
(MAPA), Caio Rocha, afirmou que o Plano ABC envolve os três maiores bens
de uma propriedade rural: solo, água e florestas. De acordo com o MAPA,
entre julho e outubro deste ano (quatro primeiros meses do ano-safra
2012/2013), foram liberados R$ 936 milhões em financiamentos para o
Programa ABC, uma das iniciativas do plano. Esse valor é 588% superior
ao montante contratado em igual período de 2011.
Frederico Piauilino, do Banco do Brasil, lembrou que
faltavam informações sobre a agricultura de baixo carbono quando o
programa foi lançado, em 2010. “Percebemos que o caminho era juntar
esforços para que conseguíssemos avançar”, afirmou. Para ele, a
agricultura de baixo carbono é “a terceira onda de produtividade da
agricultura brasileira, com viés de sustentabilidade”. Também presente
no seminário, o diretor executivo da Associação Brasileira de Produtores
de Florestas Plantadas (Abraf), Cesar Augusto dos Reis, lembrou que, na
fase de crescimento, as florestas plantadas, de eucaliptos ou pinus,
absorvem os Gases de Efeito Estufa (GEEs).
A
reserva de R$ 3,5 milhões que seria investida, a partir do final do
ano, para mapear propriedades rurais gaúchas serão remanejadas para
outras ações de regularização fundiária e zoneamento florestal no
estado. O dinheiro é parte de um convênio entre o governo do Rio Grande
do Sul e o Banco Mundial para organizar a ocupação das zonas rurais no
estado. Como o governo gaúcho assinou hoje (28) o acordo de cooperação
com o governo federal para implantar o Cadastro Ambiental Rural (CAR),
as imagens de satélites com alta resolução vão ser disponibilizadas
gratuitamente.
“Vamos
investir esse dinheiro em outras ações agora e vamos conseguir encurtar o
cronograma porque as imagens que iríamos contratar só chegariam no
final do ano que vem”, explicou o secretário estadual do Meio Ambiente, Helio Corbellini. Segundo
ele, com essas imagens, o cadastro gaúcho vai reunir informações
detalhadas de cerca de 20 mil propriedades rurais, onde as principais
atividades desenvolvidas são a pecuária e a produção de soja.
Além do
Rio Grande do Sul, mais dez estados aderiram ao acordo com o governo
federal para a implantação do CAR. A expectativa é que, com a adesão, a
partir do ano que vem, Amazonas, Acre, Rondônia, Goiás, Mato Grosso do
Sul, Piauí, Paraná, Sergipe, Ceará e Espírito Santo já comecem a receber
os cursos de capacitação de técnicos para montar o cadastro e os dados e
as imagens que foram contratadas pelo Ministério do Meio Ambiente.
O Rio de
Janeiro já tinha aderido à implantação do CAR. Seis estados, que têm
seus próprios cadastros, como Mato Grosso do Sul e o Pará, terão apenas
que fazer ajustes para integrar os dados com o banco de informações
nacional.
A
expectativa do governo federal é que, até o final do ano, Maranhão,
Distrito Federal, Paraíba e Alagoas também assinem o acordo. Uma mudança
nas cláusulas do acordo atrasou a adesão de alguns estados. Há poucos
dias, o ministério incluiu uma cláusula que obriga os estados a informar
todas as autorizações de supressão de vegetação estadual.
Com a
novidade, o presidente do Instituto de Meio Ambiente de Alagoas, Adriano
Augusto de Araújo Jorge, explicou que terá que ajustar o documento, mas
assegurou que o estado vai cumprir a exigência. Segundo ele, a maioria
das pequenas propriedades no estado não tem um documento oficial de
posse. Calcula-se que o estado abrigue cerca de 90 mil imóveis rurais
com menos de 50 hectares.
“Com essas
imagens [que serão disponibilizadas pelo governo federal], que tem
resolução de 1 metro para 5 metros, vamos conseguir ver até os animais
nessas propriedades. Vamos conseguir enxergar as cercas. Essa qualidade é
fantástica para que possamos fazer a regularização fundiária em
Alagoas”, explicou.
“O acordo é
importante para que todos estejam no CAR”, disse a ministra do Meio
Ambiente, Izabella Teixeira. Segundo ela, a partir desse cadastro será
possível identificar os déficits ambientais no campo, as formas
possíveis de recuperação em cada região e as situações mais críticas. “A
partir daí, vamos poder propor, para cada situação, um programa de
regularização ambiental.”
Os estados
terão as imagens de um satélite alemão que foi contrato pelo governo
federal e mapeou as áreas rurais do território brasileiro durante todo o
ano passado. A expectativa é que com esse material seja possível
identificar, com precisão, a situação nos 5,2 milhões de imóveis rurais
que existem no país e localizar áreas de preservação permanente (APPs) e
de reservas legais em cada propriedade.
Além da
adesão dos estados, o governo tem procurado parcerias com entidades
representativas. Segundo Izabella Teixeira, esta semana foi acertado com
a Federação dos Trabalhadores da Agricultura Familiar uma parceria para
que a entidade estimule a adesão dos produtores. “Eles podem fazer o
cadastro nos órgãos ambientais dos estados ou no Ibama [Instituto
Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis]”,
explicou.
A ministra ainda acrescentou que o governo mantém o mesmo diálogo com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB),
que tem 1,5 milhão de filiados. E a Confederação da Agricultura e
Pecuária do Brasil (CNA), que tem tem 2 milhões de cadastrados.
A
quantidade de cana-de-açúcar processada pelas usinas da região
Centro-Sul do país este ano, até 16 de novembro, totalizou 481,96
milhões de toneladas. O resultado representa um aumento de 0,67% em
comparação à moagem no mesmo período do ano passado (478,75 milhões de
toneladas). O balanço foi divulgado hoje (26) pela União da Indústria de
Cana-de-Açúcar (Unica).
De acordo com a entidade, pela primeira vez, a moagem
da safra atual superou a do ano passado. Para a Unica, o resultado
sinaliza que o volume de cana-de-açúcar disponível para a produção de
açúcar e de etanol deste ano é maior ao verificado na safra anterior. O
ritmo de moagem nas próximas quinzenas deve apresentar retração em razão
do final da safra em várias unidades produtoras.
No acumulado do ano, a quantidade fabricada de açúcar
atingiu 31,07 milhões de toneladas, contra 30,5 milhões de toneladas
apuradas em igual período de 2011 (alta de 1,6%). Já a produção
acumulada de etanol somou 19,2 bilhões de litros (2,97% a menos do que
no ano passado), sendo 7,5 bilhões de litros de etanol anidro (3,1% a
menos que em 2011) e 12,1 bilhões de litros de etanol hidratado (queda
de 6,8%), utilizado nos carros flex (movidos a álcool ou gasolina).
As vendas do etanol, no acumulado do ano, somaram
13,74 bilhões de litros, dos quais 2,31 bilhões de litros foram
direcionados ao mercado externo e 11,43 bilhões de litros
comercializados no mercado interno (4,27 bilhões de etanol anidro e
7,16 bilhões de litros de etanol hidratado).
O
levantamento da primeira quinzena de novembro da safra de cana em Mato
Grosso do Sul, mostra que o Estado já moeu 33 mi de toneladas de cana. O
total já é 8,4% maior que o mesmo período da safra passada, quando a
indústria tinha um volume de 30,4 t já processados. "Existe uma
recuperação, mas ainda dependemos de São Pedro para garantir a produção
que projetamos para a safra 2012/2013", explicou o presidente da Biosul -
Associação dos Produtores de Bioenergia de MS, Roberto Hollanda Filho.
A estimativa da Biosul, para a safra 2012/2013, continua a mesma da segunda quinzena de outubro: Previsão de moagem do Estado em 38,6 mi de toneladas de cana, previsão para a produção de açúcar - acumulado de 1,91 mi de toneladas, etanol anidro chegando a 507 milhões de litros e hidratado a 1,48 mi de litros.
Dados da moagem - Até o dia 15 de novembro, foram processadas 33 mi de toneladas de cana-de-açúcar. No ano passado até essa data, o volume foi de 30,42 mi de toneladas, um aumento de 8,4%. De 1 a 15 de novembro deste ano, as 22 usinas moeram 1,7 mi de toneladas, enquanto que na safra 2011/2012 esse volume foi de 1,5 mi de t, 10,44% a mais nessa quinzena.
Açúcar e Etanol - Nessa quinzena, 34,65% da cana-de-açúcar moída foi destinada para a produção de açúcar, o que é 14,67% a menos do mesmo período da safra passada (40,61%). No acumulado, esse índice já é de 36,3%. Para o etanol, nos primeiros 15 dias de novembro, 65,35% foi destinado para esse produto, enquanto que o total da moagem destinou 63,7% para a produção de etanol.
Qualidade da cana - A quantidade de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) por tonelada de cana-de-açúcar atingiu nesses primeiros 15 dias de novembro 133,14 kg, valor 2% maior quando comparado com a mesma quinzena da safra anterior. Já no acumulado, o ATR/TC está em 138,07 kg.
A entidade monitora o processamento das 22 usinas em operação no Estado a cada quinze dias. Esses dados referem-se até o dia 15 de novembro.
A estimativa da Biosul, para a safra 2012/2013, continua a mesma da segunda quinzena de outubro: Previsão de moagem do Estado em 38,6 mi de toneladas de cana, previsão para a produção de açúcar - acumulado de 1,91 mi de toneladas, etanol anidro chegando a 507 milhões de litros e hidratado a 1,48 mi de litros.
Dados da moagem - Até o dia 15 de novembro, foram processadas 33 mi de toneladas de cana-de-açúcar. No ano passado até essa data, o volume foi de 30,42 mi de toneladas, um aumento de 8,4%. De 1 a 15 de novembro deste ano, as 22 usinas moeram 1,7 mi de toneladas, enquanto que na safra 2011/2012 esse volume foi de 1,5 mi de t, 10,44% a mais nessa quinzena.
Açúcar e Etanol - Nessa quinzena, 34,65% da cana-de-açúcar moída foi destinada para a produção de açúcar, o que é 14,67% a menos do mesmo período da safra passada (40,61%). No acumulado, esse índice já é de 36,3%. Para o etanol, nos primeiros 15 dias de novembro, 65,35% foi destinado para esse produto, enquanto que o total da moagem destinou 63,7% para a produção de etanol.
Qualidade da cana - A quantidade de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) por tonelada de cana-de-açúcar atingiu nesses primeiros 15 dias de novembro 133,14 kg, valor 2% maior quando comparado com a mesma quinzena da safra anterior. Já no acumulado, o ATR/TC está em 138,07 kg.
A entidade monitora o processamento das 22 usinas em operação no Estado a cada quinze dias. Esses dados referem-se até o dia 15 de novembro.
Todos
os municípios do Cone-Sul do Estado já encerraram os trabalhos de
plantio da soja. Amambai, Aral Moreira, Caarapó, Douradina, Dourados,
Fátima do Sul, Itaporã, Laguna Carapã, Maracaju, Naviraí, Ponta Porã e
Rio Brilhante apontaram 100% de confirmação no cultivo da oleaginosa.
Já a região Centro/Norte, que integra Bandeirantes, Chapadão do Sul, Costa Rica, Coxim, Nova Alvorada do Sul, São Gabriel do Oeste, Sidrolândia e Sonora mostrou 93,8% de confirmação de plantio, devendo finalizar o processo na semana que vem, a partir do dia 19 de novembro.
“A frequência de chuvas no período de quatro dias nesses municípios favoreceu a cultura, que se encontra em bom desenvolvimento, não sofrendo déficit hídrico até o momento”, assinala Almir Dalpasquale, presidente da Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul – Aprosoja/MS.
Ainda baseado no levantamento feito entre os dias 12 e 14 de novembro, em parceria com a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul – Famasul, Secretaria Estadual de Produção e Turismo – Seprotur e com recursos do Fundo de Desenvolvimento das Cadeias do Milho e Soja de MS – Fundems, Almir destaca que “o plantio se estende por conta das chuvas que ocorrem na região, forçando os produtores a pararem suas máquinas e atrasar o fechamento do plantio em alguns municípios, principalmente em Sonora, que fechou a semana com 80% de sua área já plantada”.
Para acessar os resultados completos do trabalho, com os gráficos entre no site http://www.aprosojams.org.br/sgc/uploads/publicacoes/Circular_Acompanhamento_SOJA_5.pdf
Já a região Centro/Norte, que integra Bandeirantes, Chapadão do Sul, Costa Rica, Coxim, Nova Alvorada do Sul, São Gabriel do Oeste, Sidrolândia e Sonora mostrou 93,8% de confirmação de plantio, devendo finalizar o processo na semana que vem, a partir do dia 19 de novembro.
“A frequência de chuvas no período de quatro dias nesses municípios favoreceu a cultura, que se encontra em bom desenvolvimento, não sofrendo déficit hídrico até o momento”, assinala Almir Dalpasquale, presidente da Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul – Aprosoja/MS.
Ainda baseado no levantamento feito entre os dias 12 e 14 de novembro, em parceria com a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul – Famasul, Secretaria Estadual de Produção e Turismo – Seprotur e com recursos do Fundo de Desenvolvimento das Cadeias do Milho e Soja de MS – Fundems, Almir destaca que “o plantio se estende por conta das chuvas que ocorrem na região, forçando os produtores a pararem suas máquinas e atrasar o fechamento do plantio em alguns municípios, principalmente em Sonora, que fechou a semana com 80% de sua área já plantada”.
Para acessar os resultados completos do trabalho, com os gráficos entre no site http://www.aprosojams.org.br/sgc/uploads/publicacoes/Circular_Acompanhamento_SOJA_5.pdf
O
crescimento econômico mundial deverá ser mínimo a agricultura poderá
ser responsável pelo equilíbrio das estatísticas no Brasil, mas para
isso será preciso lidar com desafios relacionados a demarcações de terra
e incessante busca por tecnologia. Essa é a análise do economista José
Roberto Mendonça de Barros, em sua apresentação durante a terceira
edição do MS Agro, nessa terça-feira (20), evento que apresentou os
maiores desafios do agronegócio para os próximos anos.
A previsão econômica estima um crescimento mundial em
2013 de 3,6%, um número não muito animador para os países com
movimentação equivalente a do Brasil. O baixo crescimento já é
considerado reflexo dos desafios apontados pelo economista, que também
apontou possíveis problemas futuros, com adequação dos produtores ao
código florestal vigente, a necessidade de crédito e a ausência de
mecanismos de cobertura de risco de produção e de preços.
“O agronegócio é o único setor no Brasil que
visualizo uma busca diária por atualização e de desenvolvimento
tecnológico. Já podemos considerar nosso sistema rural como sofisticado,
devido o plantio direto, e até favorável ao meio ambiente. Mas existem
desafios que podem influenciar diretamente no rendimento do homem do
campo”, explica José Roberto Mendonça de Barro, referindo-se à oscilação
de temperatura, a crescente elevação de custos e às questões jurídicas
enfrentadas pelos produtores e sindicatos rurais.
No Mato Grosso do Sul o cenário deve se manter
estável, mas existem alertas que podem auxiliar na queda do rendimento
do agronegócio. “Atraímos as indústrias e depois passamos por gargalos,
como as estradas que não comportam a logística necessária para o
deslocamento da nossa produção. E ainda temos o problema da reforma
tributária, que não leva em conta as especificidades de cada região do
país para a distribuição de benefícios”, detalhou Tereza Cristina,
secretária de Estado de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da
Indústria, do Comércio e do Turismo – Seprotur.
Para o presidente da Federação da Agricultura e
Pecuária de Mato Grosso do Sul – Famasul, Eduardo Riedel, o Estado deve
se orgulhar da atual posição no ranking do agronegócio, mas é necessário
estar sempre em alerta. “Somos otimistas por sermos calçados por
tecnologia, isso faz com que nosso cenário se transforme a passos largos
e que nosso potencial econômico não impacte apenas no mundo agro, mas
em todos outros setores. Estamos incessantemente empenhados em resolver
problemas que possam impactar negativamente o desenvolvimento”, afirma
Riedel.
O mesmo otimismo no desenvolvimento do agronegócio
brasileiro e local é apresentado pelo presidente da Monsanto, André
Dias. “Temos o objetivo de oferecer tecnologia ao homem do campo, e Mato
Grosso do Sul é repleto de produtores adeptos a evolução, e por isso
considero o Estado como um exemplo de progresso”.
O MS Agro é realizado pela Federação de Agricultura e
Pecuária de MS (Famasul), Fundação Educacional para o Desenvolvimento
Rural (Funar) e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/MS). Conta
com a parceria da Associação dos Produtores de Soja de MS
(Aprosoja/MS), Bolsa Brasileira de Mercadorias, Fundo de Desenvolvimento
das Cadeias do Milho e Soja de MS (Fundems), Granos Consultoria,
Monsanto, Organização das Cooperativas Brasileiras de MS (OCB/MS) e
Sebrae/MS.
O
senador Waldemir Moka (PMDB) está articulando, na Comissão de
Constituição, Justiça e Cidadania do Senado (CCJ), apresentação de
emenda ao Orçamento da União de 2013 com previsão de recursos para
indenizar detentores de títulos de domínio de terras indígenas
Em pronunciamento na tribuna do Senado na tarde de
hoje (14), Moka disse que já tem apoio dos senadores Eunício Oliveira
(PMDB-CE), presidente da CCJ, Luiz Henrique (PMDB-SC), Pedro Taques
(PDT-MT) e Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) para propor emenda de comissão.
O senador sul-mato-grossense também conversou com
relator-geral do Orçamento, senador Romero Jucá (PMDB-RR), que sinalizou
positivamente à proposta. “A receptividade à emenda tem sido muito boa.
Vamos apresentá-la em nome da CCJ para que a proposta tenha mais
força”, explicou.
Moka argumenta que não há outra forma de resolver o
conflito que não seja garantindo recursos no Orçamento da União. “Se não
buscarmos solução concreta e objetiva para essa questão, o problema vai
se arrastar por muito mais tempo, causando desgaste ainda maior a
índios e produtores”, disse.
A proposta do senador preve pagamento de
indenizações, em primeiro lugar, a produtores de regiões onde o conflito
está mais acirrado, como é o caso de Mato Grosso do Sul. “A ideia é
destinar a cada ano recursos para resolver pendências desse tipo nos
Estados. “Se isso ocorrer, em dez anos o Brasil deverá resolver,
definitivamente, essa questão”, afirmou.
A
partir dessa quarta-feira (14), o Programa Útero é Vida deixa o Estado
de Mato Grosso do Sul e volta para Brasília - DF. Com o objetivo de
promover a melhoria na qualidade de vida dos produtores rurais e suas
famílias, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar/MS realizou o
Programa durante dois anos nas comunidades rurais de MS, percorrendo 51
municípios do Estado e beneficiando mais de 2.800 mulheres.
O serviço conta com uma unidade móvel de saúde que
visita, principalmente, assentamentos e comunidades rurais, que ficam
distantes das unidades de saúdes permanentes, fazendo exames. Nos dois
anos que a unidade permaneceu em MS foram realizados 2763 exames, dos
quais 70 deram positivo para a doença.
Além do Papanicolau, principal
exame realizado no diagnóstico deste tipo de câncer, são realizadas
coletas de sangue para análise clínica, além de palestras sobre higiene
pessoal, doenças sexualmente transmissíveis (DST’s) e de como realizar o
auto exame das mamas.
O câncer da Cérvice Uterina - mais conhecido como
câncer de colo de útero, é o mais comum entre as mulheres. Atualmente,
estima-se que mais de 20 mil mulheres brasileiras, tenham ou tiveram a
doença. É um câncer de crescimento lento que pode ser assintomático, por
isso aconselha-se que seja feito um exame de prevenção periódico para
mulheres entre 18 e 60 anos, ou que já sejam sexualmente ativas.
Segundo a coordenadora do programa Pauline Cury,
quanto mais cedo se tem conhecimento da doença, maiores são as chances
de cura. “O objetivo também é estimular os cuidados com a prevenção de
doenças nas famílias rurais e reduzir o número de vítimas do câncer. É
preciso chamar a atenção para o diagnóstico precoce”, explica Pauline.
O serviço é destinado à produtoras rurais, esposas e
filhas de produtores rurais, e conta com a parceria dos sindicatos
rurais, prefeituras municipais e secretarias municipais de saúde. Os
exames são gratuitos e os resultados são entregues em quinze dias. As
mulheres que participam do programa, também recebem um kit de beleza
entregue pelas profissionais de saúde.
Sobre o Senar - é uma instituição mantida pela classe
patronal rural, vinculada à CNA (Confederaçãoda Agricultura e Pecuária
do Brasil). Tem o objetivo de desenvolver ações educativas, que visam o
desenvolvimento do homem rural como cidadão e como trabalhador, numa
perspectiva de crescimento e bem-estar social. Para mais informações
acesse: www.senarms.org.br











